Mostrando postagens com marcador Via Láctea. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Via Láctea. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
domingo, 18 de novembro de 2012
Via Láctea - imagens diversas
Via Láctea
Via Láctea
Via Láctea
Via Láctea
Via Láctea e suas Galáxias Satélites
terça-feira, 13 de novembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Via Láctea - Grandes Observatórios Exploram Centro Galáctico
Crédito: NASA, ESA, SSC, CXC, e STScI
Onde nos pode levar o telescópio? Há quatrocentos anos atrás, o telescópio levou Galileu à Lua para descobrir crateras, a Saturno para descobrir anéis, a Júpiter para descobrir luas, a Vênus para descobrir fases, e ao Sol para descobrir manchas solares.
Em celebração dos feitos telescópicos de Galileu e como parte do Ano Internacional da Astronomia, a NASA usou toda a sua frota de Grandes Observatórios, e a Internet, para nos mostrar o centro da Galáxia.
Na imagem, em grande detalhe e em mais cores, estão as imagens combinadas do Hubble perto do infravermelho, do Spitzer no infravermelho, e do Chandra em raios-X.
São aqui visíveis vastos campos estelares, bem como densos enxames, longos filamentos de gás e poeira, grandes restos de supernova, e os arredores energéticos do que é provavelmente o buraco negro central da Via Láctea.
Muitas destas características podem ser consultadas com legenda numa imagem complementar. Claro, a ampliação de um telescópio e a sua capacidade para recolher luz, cria apenas uma imagem do que uma pessoa pode ver se visitar esses lugares. Para realmente lá ir, precisamos foguetões.
Onde nos pode levar o telescópio? Há quatrocentos anos atrás, o telescópio levou Galileu à Lua para descobrir crateras, a Saturno para descobrir anéis, a Júpiter para descobrir luas, a Vênus para descobrir fases, e ao Sol para descobrir manchas solares.
Em celebração dos feitos telescópicos de Galileu e como parte do Ano Internacional da Astronomia, a NASA usou toda a sua frota de Grandes Observatórios, e a Internet, para nos mostrar o centro da Galáxia.
Na imagem, em grande detalhe e em mais cores, estão as imagens combinadas do Hubble perto do infravermelho, do Spitzer no infravermelho, e do Chandra em raios-X.
São aqui visíveis vastos campos estelares, bem como densos enxames, longos filamentos de gás e poeira, grandes restos de supernova, e os arredores energéticos do que é provavelmente o buraco negro central da Via Láctea.
Muitas destas características podem ser consultadas com legenda numa imagem complementar. Claro, a ampliação de um telescópio e a sua capacidade para recolher luz, cria apenas uma imagem do que uma pessoa pode ver se visitar esses lugares. Para realmente lá ir, precisamos foguetões.
Via Láctea - Grandes Observatór ios Exploram Centro Galáctico
Via Láctea - Corrente de Magalhães
Crédito: David L. Nidever et al., NRAO/AUI/NSF e A. Mellinger, LAB Survey, Obs. Parkes, Obs. Westerbork, Obs. Arecibo
No céu, na direção das magníficas Nuvens de Magalhães, está uma corrente invulgar de gás: a Corrente de Magalhães. A origem deste gás permanece desconhecida, mas provavelmente contém uma pista da origem e destino dos satélites mais famosos da Via Láctea: a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães.
Até recentemente, duas hipóteses principais tinham sido consideradas: que a corrente tinha sido criada por gás rasgado destas galáxias à medida que passavam pelo halo da nossa Galáxia, ou que a corrente foi criada pela atração gravitacional da Via Láctea.
No entanto, mais recentemente, imagens de campo largo obtidas no rádio -- incluindo imagens obtidas pelo Telescópio Byrd Green Bank -- mostraram que a Corrente de Magalhães é maior e mais antiga do que se pensava, talvez até com 2,5 mil milhões de anos.
Estas observações indicam uma terceira origem possível para a corrente -- que a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães passaram uma vez tão perto uma da outra que as forças de marés despoletaram uma erupção de formação estelar que acabou por deixar ficar a corrente.
Na imagem, digitalmente superimposta por cima de uma imagem recentemente obtida no visível, a emissão de rádio da Corrente de Magalhães é aqui vista em cores falsas (rosa), estendendo-se pelo céu e acabando nas duas galáxias de Magalhães para baixo e para a direita do centro.
No céu, na direção das magníficas Nuvens de Magalhães, está uma corrente invulgar de gás: a Corrente de Magalhães. A origem deste gás permanece desconhecida, mas provavelmente contém uma pista da origem e destino dos satélites mais famosos da Via Láctea: a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães.
Até recentemente, duas hipóteses principais tinham sido consideradas: que a corrente tinha sido criada por gás rasgado destas galáxias à medida que passavam pelo halo da nossa Galáxia, ou que a corrente foi criada pela atração gravitacional da Via Láctea.
No entanto, mais recentemente, imagens de campo largo obtidas no rádio -- incluindo imagens obtidas pelo Telescópio Byrd Green Bank -- mostraram que a Corrente de Magalhães é maior e mais antiga do que se pensava, talvez até com 2,5 mil milhões de anos.
Estas observações indicam uma terceira origem possível para a corrente -- que a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães passaram uma vez tão perto uma da outra que as forças de marés despoletaram uma erupção de formação estelar que acabou por deixar ficar a corrente.
Na imagem, digitalmente superimposta por cima de uma imagem recentemente obtida no visível, a emissão de rádio da Corrente de Magalhães é aqui vista em cores falsas (rosa), estendendo-se pelo céu e acabando nas duas galáxias de Magalhães para baixo e para a direita do centro.
Via Láctea - A Corrente de Magalhães
Via Láctea - O Núcleo Galáctico no Infravermelho
Crédito: Hubble: NASA, ESA, & D. Q. Wang (U. Mass, Amherst); Spitzer: NASA, JPL, & S. Stolovy (SSC/Caltech)
O que é que está a acontecer no centro da nossa Via Láctea?
Para tentar responder a esta questão, os telescópios espaciais Hubble e Spitzer combinaram esforços para estudar a região num detalhe sem precedentes no infravermelho.
A radiação infravermelha é particularmente útil para estudar o centro da nossa Galáxia porque a luz visível é muito mais facilmente obscurecida pela poeira.
A foto contém cerca de 2000 imagens tiradas o ano passado pela câmara NICMOS do Hubble. Cobre uma área de 300 por 115 anos-luz com tão alta-resolução que são discerníveis estruturas com apenas 20 vezes o tamanho do nosso Sistema Solar.
São visíveis nuvens de gás brilhante e poeira escura, bem como três grandes enxames estelares. Os campos magnéticos podem estar a alimentar plasma ao longo do canto superior esquerdo perto do Enxame dos Arcos, enquanto ventos estelares energéticos esculpem pilares perto do Enxame Quintuplo, no canto inferior direito.
O gigantesco Enxame Central de estrelas que rodeia Saggitarius A* encontra-se para baixo e para a direita. O porquê de várias estrelas centrais, massivas e brilhantes parecem não estar associadas com estes enxames não é ainda compreendido.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Via Láctea na Direção do Centro da Galáxia - lá pelas bandas de Cassiopeia e Sagitário
Via Láctea - M08 e M20
Via Láctea

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Luz Zodiacal Na Namíbia

Crédito: Rudi Dobesberger (Sternfreunde Steyr)
Um invulgar triângulo de luz é visível, por esta altura do ano mesmo antes do amanhecer, no hemisfério Norte.
Já considerado como um nascer-do-Sol falso, este triângulo de luz é na realidade a luz zodiacal, luz refletida por partículas interplanetárias. O brilhante triângulo é claramente visível à direita da imagem, obtida pouco tempo depois do pôr-do-Sol na Namíbia (hemisfério Sul) em Junho de 2009.
A banda central da nossa Via Láctea à esquerda parece-se com a banda zodiacal à direita, mas depois curva pelo céu. As pequenas e tênues manchas dentro do arco são as galáxias Grande e Pequena Nuvens de Magalhães.
A poeira zodiacal orbita o Sol predominantemente no mesmo plano que os planetas: a eclíptica. A luz zodiacal é tão brilhante no norte nesta altura do ano porque a banda de poeira está orientada quase na vertical ao nascer-do-Sol, e o espesso ar perto do horizonte não bloqueia a brilhante poeira refletiva.
A luz zodiacal é também brilhante para os habitantes do hemisfério Norte em Março e Abril mesmo depois do pôr-do-Sol. No hemisfério Sul, a luz zodiacal é mais notável após o pôr-do-Sol no fim do Verão e antes do nascer-do-Sol no final da Primavera.
domingo, 30 de outubro de 2011
Via Láctea & Luz Zodiacal
Crédito: Daniel López, IAC
Dois fundamentais planos do céu do planeta Terra competem pela sua atenção nesta magnífica imagem de ângulo largo, registada no dia 23 de Janeiro de 2009.
Percorrendo a abóbada noturna à esquerda está a linda banda da Luz Zodiacal - luz solar espalhada pela poeira no plano da eclíptica do Sistema Solar.
A sua oponente à direita é composta por tênues estrelas, nuvens de poeira e nebulosas ao longo do plano da nossa Via Láctea.
As duas bandas celestes situam-se por cima das cúpulas e torres do Observatório Teide na ilha de Tenerife.
Também em jogo nos pristinos e escuros céus das Ilhas Canárias, está o brilhante Vénus (esquerda e para baixo), a distante Galáxia de Andrómeda (perto do centro), e o esplêndido enxame das Plêiades (topo do centro).
Via Láctea por cima de Mauna Kea
Via Láctea por cima de Mauna Kea
Crédito: Wally Pacholka (TWAN)
Já alguma vez observou a banda da nossa Via Láctea?
Num céu limpo a partir de um local escuro e à hora ideal, uma ténue faixa de luz torna-se visível pelo céu. Pouco depois dos nossos olhos se habituarem à escuridão, poderá avistar a Via Láctea pela primeira vez. Depois pode tornar-se óbvia. E depois espectacular.
Uma razão para o espanto crescente poderá ser a realização de que esta via estelar contém milhares de milhões de estrelas e é o disco da nossa própria galáxia espiral. Como nos encontramos dentro deste disco, a banda parece envolver a Terra. Visível na imagem, bem por cima no céu nocturno, a banda da Via Láctea forma um arco.
O brilhante ponto mesmo por baixo da banda é o planeta Júpiter. A paisagem terrestre contém a caldeira iluminada do vulcão Haleakala, localizado na ilha de Maui no Hawaii, EUA. Mais perto do horizonte situam-se nuvens e o enorme mas escuro vulcão Mauna Kea na Grande Ilha do Hawaii. Se nunca observou a Via Láctea ou reconheceu o planeta Júpiter, este ano poderá ter sorte.
Porque 2009 é o Ano Internacional da Astronomia, uma oportunidade para espreitar por uma janela que mostra o Universo e que pode estar a chegar perto de si.
Via Láctea nos céus da Turquia

Crédito: Tunç Tezel (TWAN)
À procura dos planetas e da Via Láctea no Verão, o astrónomo Tunç Tezel fez uma pequena viagem nocturna.
No último Sábado, após percorrer a estrada para Uludag, uma montanha perto de Bursa, Turquia, foi recompensado com esta espectacular imagem do céu a Sul.
Perto do centro*, o brilhante planeta Júpiter brilha mais que as luzes das cidades por baixo e que as estrelas da constelações de Sagitário.
Por cima dos picos das montanhas, nuvens em forma de arco parecem apontar para a própria aparição nebulada da Via Láctea, mergulhando no horizonte distante.
Em turco, Uludag significa Grande Montanha. Uludag era conhecida na Antiguidade como Mysian Olympus.
Assinar:
Postagens (Atom)
