Mostrando postagens com marcador Olhando para o céu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Olhando para o céu. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de maio de 2012

Jupiter e as Luas da Terra

Horizonte a Horizonte

Crédito: Laurent Laveder (PixHeaven.net)

Esta comprida imagem vai de horizonte a horizonte, à medida que passa pelo zênite no céu noturno sobre Beg-Meil, França.  

Registrado a 13 de Dezembro, este esplêndido panorama cobre 210 graus em 21 exposições individuais, começando na praia com a brilhante estrela Sirius nascendo a Sudeste.

Para cima encontramos a constelação rica em nebulosas, Orionte, e continuamos até encontrar o lindo enxame aberto das Plêiades.


Mais para cima no céu, encontra-se o famoso Cometa Holmes, ainda visitando a noite do Hemisfério Norte com a sua espetacular cabeleira em crescimento.

Finalmente, antes de descer para o brilho urbano das luzes das cidades, note o duplo enxame estelar em Perseu e observe o risco cósmico de um brilhante meteoro das Geminídeas.

terça-feira, 13 de março de 2012

Maravilhas do céu sobre a Suécia

Crédito: P-M Hedén (Clear Skies, TWAN)

Muitas maravilhas cósmicas foram capturadas nessa única imagem.

Estão descritas aqui desde a mais próxima até à mais afastada.

No pano de frente estão árvores vizinhas e mais distantes montanhas cobertas de neve.

Nuvens podem ser observadas mesmo por cima do horizonte, e um olho observador pode até discernir a mais distante aurora, verde e vermelha, que ocorre na parte superior da atmosfera da Terra.

As nebulosas de emissão pintam o céu, incluindo a Nebulosa Coração e Alma(1), IC 1396(2) e a Nebulosa América do Norte(3).

Percorrendo o céu diagonalmente desde o canto superior esquerdo até ao canto inferior direito encontra-se a majestosa e brilhante banda do plano central da nossa Via Láctea.

Mais distante que tudo o resto, aparecendo como era há mais de dois milhões de anos atrás, está a Galáxia de Andrómeda(4), visível por cima do horizonte acima da montanha à esquerda.


---------------

1 - Nebulosa Coração e Alma - Ic 1805 e Ic 1848 em Cassiopéia
2 - Nebulosa de emissão Ic 1396 em Cefeu
3 - Nebulosa América do Norte - NGC 7000 em cisne
4 - Galáxia de Andrômeda  - M 031 - Grupo Local na direção da constelação de Andrômeda

Maravilhas do céu sobre a Suécia

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Luz Zodiacal Na Namíbia



Crédito: Rudi Dobesberger (Sternfreunde Steyr)  
           
Um invulgar triângulo de luz é visível, por esta altura do ano mesmo antes do amanhecer, no hemisfério Norte.

Já considerado como um nascer-do-Sol falso, este triângulo de luz é na realidade a luz zodiacal, luz refletida por partículas interplanetárias. O brilhante triângulo é claramente visível à direita da imagem, obtida pouco tempo depois do pôr-do-Sol na Namíbia (hemisfério Sul) em Junho de 2009.

A banda central da nossa Via Láctea à esquerda parece-se com a banda zodiacal à direita, mas depois curva pelo céu. As pequenas e tênues manchas dentro do arco são as galáxias Grande e Pequena Nuvens de Magalhães.

A poeira zodiacal orbita o Sol predominantemente no mesmo plano que os planetas: a eclíptica. A luz zodiacal é tão brilhante no norte nesta altura do ano porque a banda de poeira está orientada quase na vertical ao nascer-do-Sol, e o espesso ar perto do horizonte não bloqueia a brilhante poeira refletiva.

A luz zodiacal é também brilhante para os habitantes do hemisfério Norte em Março e Abril mesmo depois do pôr-do-Sol. No hemisfério Sul, a luz zodiacal é mais notável após o pôr-do-Sol no fim do Verão e antes do nascer-do-Sol no final da Primavera.

Lua e Vênus avistadas na Suiça

Aurora à distância

domingo, 30 de outubro de 2011

Via Láctea & Luz Zodiacal

Crédito: Daniel López, IAC


Dois fundamentais planos do céu do planeta Terra competem pela sua atenção nesta magnífica imagem de ângulo largo, registada no dia 23 de Janeiro de 2009.

Percorrendo a abóbada noturna à esquerda está a linda banda da Luz Zodiacal - luz solar espalhada pela poeira no plano da eclíptica do Sistema Solar.

A sua oponente à direita é composta por tênues estrelas, nuvens de poeira e nebulosas ao longo do plano da nossa Via Láctea.

As duas bandas celestes situam-se por cima das cúpulas e torres do Observatório Teide na ilha de Tenerife.

Também em jogo nos pristinos e escuros céus das Ilhas Canárias, está o brilhante Vénus (esquerda e para baixo), a distante Galáxia de Andrómeda (perto do centro), e o esplêndido enxame das Plêiades (topo do centro).

Via Láctea por cima de Mauna Kea

Via Láctea por cima de Mauna Kea

Crédito: Wally Pacholka (TWAN)

Já alguma vez observou a banda da nossa Via Láctea? 
Num céu limpo a partir de um local escuro e à hora ideal, uma ténue faixa de luz torna-se visível pelo céu. Pouco depois dos nossos olhos se habituarem à escuridão, poderá avistar a Via Láctea pela primeira vez. Depois pode tornar-se óbvia. E depois espectacular.

Uma razão para o espanto crescente poderá ser a realização de que esta via estelar contém milhares de milhões de estrelas e é o disco da nossa própria galáxia espiral. Como nos encontramos dentro deste disco, a banda parece envolver a Terra. Visível na imagem, bem por cima no céu nocturno, a banda da Via Láctea forma um arco.

O brilhante ponto mesmo por baixo da banda é o planeta Júpiter. A paisagem terrestre contém a caldeira iluminada do vulcão Haleakala, localizado na ilha de Maui no Hawaii, EUA. Mais perto do horizonte situam-se nuvens e o enorme mas escuro vulcão Mauna Kea na Grande Ilha do Hawaii. Se nunca observou a Via Láctea ou reconheceu o planeta Júpiter, este ano poderá ter sorte.

Porque 2009 é o Ano Internacional da Astronomia, uma oportunidade para espreitar por uma janela que mostra o Universo e que pode estar a chegar perto de si.

Via Láctea nos céus da Turquia


Crédito: Tunç Tezel (TWAN)

À procura dos planetas e da Via Láctea no Verão, o astrónomo Tunç Tezel fez uma pequena viagem nocturna.

No último Sábado, após percorrer a estrada para Uludag, uma montanha perto de Bursa, Turquia, foi recompensado com esta espectacular imagem do céu a Sul.

Perto do centro*, o brilhante planeta Júpiter brilha mais que as luzes das cidades por baixo e que as estrelas da constelações de Sagitário.

Por cima dos picos das montanhas, nuvens em forma de arco parecem apontar para a própria aparição nebulada da Via Láctea, mergulhando no horizonte distante.

Em turco, Uludag significa Grande Montanha. Uludag era conhecida na Antiguidade como Mysian Olympus.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Conjunção de Mercúrio, Vênus, Marte e Júpiter em Maio de 2011

Crédito: Luis Argerich

Após mais de um mês, o espantoso conjunto de quatro planetas, visíveis a olho nu nos céus ao amanhecer, está a chegar ao fim.

Mesmo assim, no dia 31 de Maio de 2011, a Lua juntou-se ao grupo, perto do horizonte a Este, para um espectáculo celeste final, capturado aqui nesta cena madrugadora a partir de uma praia perto de Buenos Aires, Argentina.

Uma imagem favorável da configuração para o hemisfério sul, a foto foi obtida cerca de 30 minutos antes do nascer-do-Sol. Em ordem, de baixo para cima, estão os errantes Mercúrio, Vénus, Marte e Júpiter, esticados ao longo do plano da eclíptica.

O crescente iluminado da Lua afunda-se no colorido lusco-fusco mesmo para a esquerda de Mercúrio. Durante os próximos dias, Marte e Júpiter vão continuar a subir enquanto Vénus e Mercúrio aproximam-se do horizonte e do Sol nascente.